domingo, 29 de maio de 2011

PIEDADE POPULAR

eNTÃO...

São 11h01. Daqui a pouco iremos almoçar na casa de uma querida amiga. À noite as crianças da comunidade irão coroar a imagem de Nossa Senhora das Graças. Será um momento bonito de piedade popular.

Essas manifestações de fé são sempre emocionantes, e, às vezes, questionantes também. São ricas de amor, de devoção, de fé verdadeira. Porém, em situações muito particulares, mostram-se estagnações tão pobres de inteligência, cultura e imaginação.

Registro aqui, oficial e publicamente, que meu texto tem nenhuma pretensão de ser crítica ou recado direto a qualquer pessoa. Estou apenas fazendo o que sempre faço, pensando...

Minha história de fé em Maria teve seu início das orações e devoção presentes no dia a dia de minha saudosa mamãe. Depois, na vivência eclesial, aprendi a respeitar e venerar muito mais a pessoa da Virgem Santíssima, não só como mãe ou como intercessora, mas como incomensurável exemplo de vida devota a Deus.

Enfim, sou, sim mariano. Não sou piegas ou carola, por isso. Tenho nada contra quem seja. Sei lá. Só desejo que Maria não seja apenas um amuleto ou um refúgio na vida das pessoas. Sonho que seja um norte, um horizonte, um indicativo. Nunca em si mesma, mas para Cristo Jesus, seu e nosso Senhor.

Amém.

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