Amores... São tantos, não? Amamos coisas, pessoas, lugares, situações, hábitos, privilégios, etc, etc, etc. Muitos desses amores entram em algum momento em nossa vida, e ficam para sempre, ou, por alguma razão, se vão.
Mas nesta hora em que escrevo, recordo-me da fala de Jesus: "não é possível servir a dois senhores..." Bem, quando amamos, o objeto de nosso amor é quase sempre um senhor em nossa vida. E se esses senhores entram em conflito, é o nosso arbítrio que terá a responsabilidade de colocar cada amor em seu lugar. Um subirá ao pódio e o outro, se não eliminado, perderá muito de seu espaço.
Talvez alguns desses amores, embora contraditórios, até consigam conviver bem. Não nos enganemos, só parecem consegui-lo porque nós não nos permitimos um confronto com eles. Bom, uma hora isso será inevitável.
Ledores, confesso não saber bem ao certo como terminar este texto. Talvez isso se dê pelo fato de que amores, aparentemente, não são feitos para ter fim. Nunca esperamos que aqueles ou aquilo de que gostamos se apartem de nós. Bom, uma hora isso será inevitável também.
Desta finitude tão presente, aprendo a cada dia a importância de amar em atitudes, perdoar de coração e de reconciliar constantemente. Carregar as agruras de um silêncio não mais rompível deve ser o pior de todos os castigos.
Deus nos livre disso. Amém.
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